Marcelio Leal

Indo num caminho que talvez não leve aonde se quer chegar…

Relatos de um Campeão – By Deuzinei

Posted by marcelioleal em dezembro 11, 2007

II Torneio de Bilhar Computação Futebol Clube

Esse é o relato do Campeão do II Torneio de Bilhar do Computação Futebol Clube.

Comentário 1:
O campeão, por seu prestigio, já começa o torneio nas oitavas de final, sem passar pela fase de classificação.

 

1º JOGO – OITAVAS DE FINAL : Deuzinei X Eguchi

O primeiro jogo pode ser comparado a uma partida da copa dos campeões entre uma potência européia (Milan, Arsenal, Chelsea) contra um time pequeno (Newcastle,Olimpiakus, Villarreal) jogando em casa, o mandante é aguerrido,esforçado mas no final acaba tropeçando nas próprias pernas e na melhor qualidade do adversário. E assim foi, o aguerrido e esforçado Eguchi tentou dificultar ao máximo o jogo, porém tropeçou nas próprias mãos quando as encostou na última bola do campeão. Primeira vitória do campeão das muitas que se seguiriam.

2º JOGO – QUARTAS DE FINAL: Deuzinei X Marcélio

O segundo jogo foi contra um adversário já conhecido de longa data, um bom adversário diga-se de passagem, porém, como sempre, ainda não a altura de um campeão. Resultado? Vitória fácil e anunciada com 2 minutos de jogo quando já restava apenas uma bola na boca da caçapa para o campeão. Num gesto digno de grande nobreza o campeão sugeriu ao adversário que “derrubasse o rei”, mas percebeu que Marcélio deveria ser crente, esse rapaz tem muita fé. Para provar que nem a fé pode abalar a montanha de tranqüilidade que é o campeão, a última bola foi colocada com apenas uma mão no taco e a outra nas costas.

3º JOGO –SEMIFINAL : Deuzinei X Fernando Cangussú

O terceiro jogo prometia por dois motivos, o adversário era desconhecido e além disso vinha de boas partidas nas duas primeiras rodadas.Claro que isso não deixou o campeão preocupado, isso o deixou feliz, porque talvez agora, na terceira rodada ele pudesse encontrar um adversário que tornasse o jogo divertido. Não foi dessa vez, Vitório fácil e incontestável.

Comentário 2:

Final anunciado antes do inicio do torneio, os irmãos Bruno e Rafael, o amigo Otávio, e os sócios Abnatal e Igor eram os favoritos em seus jogos, um deles certamente estaria na final. O Bruno conseguiu manter o equilíbrio em suas partidas e por isso foi o escolhido do destino para enfrentar o campeão na final, não se sabe se foi sorte ou azar.

4º JOGO –FINAL : Deuzinei X Bruno

O quarto jogo além dos jogadores, teve um destaque, só que negativo: O juiz da partida Marcélio Leal. Ficou claro mesmo antes do começo do jogo que as intenções do juiz eram prejudicar o campeão. Apoiado por Michel e Gustavo (dois jogadores que não conseguiram sequer passar da primeira fase), o juiz fez de tudo para estragar a festa.

Mas vamos ao jogo.Em uma final só podem estar os dois melhores e os melhores além de bons jogadores devem ter postura de vencedor, de nobre. Isso foi demonstrado no inicio do jogo quando eles fizeram um acordo de cavalheiros, evitando par ou impar, no qual o campeão resolveu sair tacando.

Na sua vez de tacar, o adversário demonstrou que merecia estar na final, matou três bolas e colocou a “15” na boca da caçapa dificultando as coisas para o campeão. Na vez do campeão entraram em cena mais uma vez o juiz e seus comparsas, numa tacada magistral o campeão tocou na “14” com uma sutileza tão grande que deu brecha para ser acusado de não ter acertado bola, ou seja, menos uma bola para o adversário.

Com três bolas a menos e com a maior na boca da caçapa, o adversário ficou a vontade para tacar e colocar mais duas, agora só restavam duas, e para se ter uma idéia do quão técnica estava sendo a partida que o adversário vinha fazendo, as bolas restantes eram a “13”, e a “15” que permanecia em posição privilegiado. Na vez do campeão ele limitou-se a colocar sua bola “8” na frente da “15” impedindo que esta fosse derrubado numa jogada que poderia preparar para a morte da “13”.Simples mas essencial . Daí em diante, viu-se o nervosismo nos olhos de Bruno, suas tacadas já não eram tão precisas e pouco a pouco o campeão ia preparando terreno para uma virada histórica.

Agora já só restam 3 bolas para o campeão e continuam as duas do adversário na mesa. Vez do campeão. Ele tranqüilamente coloca a primeira. De tabela, numa tacada que raramente se ver alguém conseguir realizar, ele coloca a segunda. Lembram-se da 15 na boca? E da oito na frente dela. Pois é, o campeão sega, permite que saia a 13. È a vez do adversário, e sem poder fazer nada, já que não tinha como tacar na 15,nem por tabela, ele perde todo espírito de nobreza mostrando que nunca poderia ser o campeão. Tenta tacar por cima da bola do campeão,o campeão protesta, é uma jogada inválida, mas como já relatei o juiz não tinha boa intenção e permitiu.

Os Deuses do bilhar já haviam escolhido seu vencedor, e isso nem o juiz e seus comparsas poderiam mudar. A bola branca voa para fora do bilhar, todos olham estarrecidos, a campanha magnífica terminou ,o que tinha que ser foi, mas uma vez o campeão é o CAMPEÃO.

Deuzinei – O campeão!

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Uma resposta to “Relatos de um Campeão – By Deuzinei”

  1. marcelioleal said

    O Deuzinei teve muita sorte em dois jogos… hehehehehe
    Mas enfim, no próximo torneio a sorte não o acompanhará novamente.

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